Raças de Cães – Akita Inu

Então, eu achei muita coisa interessante sobre a raça para falar… incluindo uma polêmica do mundo canino *rs*. Por essas e outras, o post será beeemmm cumprido.

Para quem não sabe, adoro cultura japa! E apreciar um cão como o Akita é, por óbvio, um fato para mim. Eu vejo, impressionantemente, que não só as pessoas japonesas tem olhos puxados, mas os Akitas também… *rs. O nome foi dado por conta da província de Akita, de onde a raça é considerada originária. “Inu” significa cão em japonês… então temos, praticamente, “ O cão de Akita”. No Japão as raças caninas são tipicamente associadas com as áreas de onde se originaram: Akita, Hokkaido, Shiba, Kai e Shikoku.

História

Dentre os conteúdos encontrados em minhas pesquisas, adorei o do Wikipedia. Trabalhou muito bem o histórico do cão com os movimentos sociais e políticos de cada época. Esse conteúdo é dividido em duas partes, utilizando-se de um marco na história do Japão, a Era Meiji, avaliando o antes e o depois de sua introdução.

Dos tempos antigos à era Meiji

Dizem que os ancestrais dessa raça são os “spitz”, de focinho afilado e aspecto físico que lembra uma raposa, originários da Coréia, Sibéria e China. Antes dessas áreas se separarem geograficamente, havia uma grande migração de pessoas entre o Japão e a Ásia, limitada após ruptura. O isolamento de regiões trouxe a diferenciação das raças, que adaptaram suas características às necessidades de sobrevivência de cada local.

A Era Jomon (8000 a.C. a 300 a.C.) já carregava ossadas desse tipo de cão, mas a popularidade da caça ao fim dessa Era permitiu que tais ossos estivessem juntos a restos mortais humanos, especialmente no nordeste do Japão. Já na Era Yayoi (300 a.C. a 300 d.C.) a raça, com orelhas eretas e caudas enroladas, foi mais fortemente representada em pratos e estatuetas de barro. Os livros de história japonesa também trazem referências, como Kojiki (crônica do Japão Medieval de 712 d.C.) e Nihon Shoki (Crônicas do Japão da era Yayoi).

O início da Era Edo (1603 a 1868 d.C. – referencias no mangá Rurouni Kenshin, vulgo Samurai X) trouxe o crescimento da influência européia no Japão. Com a abertura dos portos, a importação de cães originários da Europa (principalmente hounds) prosperou. Conta-se que o Xogun Tokugawa Ieyasu possuía uns 70 exemplares dessa raça para caçar cervos (o Xogun era uma espécie de “senhor feudal” da época).

Por volta de 1640 o Japão se isolou novamente, negociando apenas com a Mongólia, Coréia e China. O isolamento de mais de 200 anos só terminou em 1853, com a chegada do Comodoro americano Matthew Perry, na qual o Japão passou a se interessar por várias coisas estrangeiras, principalmente ocidentais (eis que temos o cenário de “O Último Samurai”).

As minas das montanhas do norte de Honshu, que hoje também abrigam a prefeitura de Akita, são íngremes e frias, e sua caça era voltada a javalis, alces e o grande urso Yezo (que chegava a 350kg). Os cães utilizados para caçá-los sempre foram conhecidos pelo seu grande porte e trabalhavam em pares de macho/fêmea para encurralar a caça até que os humanos chegassem. Dizem que um nobre desta região desenvolveu um cão especialmente apropriado para este tipo de caçada, originando o grande Cão de Caça Japonês.

Infelizmente, as brigas entre cães eram bastante populares na Era Meiji (1868 a 1911) e contavam com a participação dos Odates, os primeiros Akitas, que assim se chamavam por conta do nome de sua cidade de origem. Por volta de 1897, Cães de Briga Tosa foram levados a cidade de Odate, numa época em que Tosa (hoje Kochi) era conhecida como uma das duas áreas mais populares em brigas de cães. Os Akitas eram, originalmente, mais fortes que os Tosas, mas os cruzamentos destes com cães europeus lhe renderam mais força. O Cão de Briga Tosa surgiu de uma mistura entre o Tosa nativo (Shikoku) e raças como Buldogue, Dogue Alemão, Pointer e Mastiff. Para aumentar o instinto de briga, o mesmo tipo de cruzamento foi feito nos cães nativos do norte de Odate/Akita, mesclados provavelmente com Dogue Alemão e Mastiff Tibetanos.

Da Era Meiji a Era Taisho (1912 a 1925) resultaram três categorias de cães: o Cão de Caça Japonês, grande, com orelhas eretas e cauda enrolada; os cães pequenos vindos da China; e os mestiços com raças asiáticas e européias, considerados praticamente vira latas.

Do Início da Era Showa até Hoje – Movimento de Preservação

O crescente nacionalismo japonês do século XX trouxe o desejo de preservação dos cães nativos, possibilitado apenas porque a área rural do norte do país era mais isolada e manteve presente entre si os nativos Matagi Inu (cães de caça), uma vez que sua principal fonte de alimentação fosse a caça.

Um nome de grande importância nesse movimento preservacionista foi o do Professor Shozaburo Watase, que publicou um artigo sobre os cães japoneses em 1915, começou a palestrar sobre o assunto e fundou um comitê histórico preservacionista no Ministério de Assuntos de Estado. Em 1919, sob sua liderança, uma lei para a preservação de espécies do Japão foi aprovada. Nesta época, a raça Akita encontrava-se em grande declínio dentre as raças japonesas, tanto em números quanto em pureza.

Em 1920, o Prof. Watase foi a Odate para pesquisar os cães Akitas da região. Porém, ficou desapontado ao constatar que devido à falta de uniformidade dos cães ele não poderia designar nenhum deles como monumento nacional. Nessa época as brigas de cães ainda eram muito populares e a ênfase da criação se dava na habilidade de briga e não na aparência do cão. Antes de deixar Odate, Watase convocou os apreciadores dos cães Akita a preservarem a raça antes que ela se tornasse extinta.

No início da Era Showa (1926 a 1988), o prefeito de Odate, Sr. Shigeie Izumi, contrário aos cruzamentos entre os cães de Odate com outras raças, fundou a Sociedade Akita Inu Hozankai (AKIHO), tentando preservar a pureza. Ao mesmo tempo, as brigas de cães foram gradualmente perdendo sua popularidade. Devido a preocupação da população com a sobrevivência dos cães japoneses, em junho de 1928 fundou-se o Nipponken Hozonkai (NIPPO), uma organização para os cães Akita, Hokkaido, Shiba, Kai, Kishu e Shikoku. O NIPPO passou a registrar tais cães, a publicar boletins e a organizar exposições.

Em 1931, um novo grupo foi a Odate, predisposto a restaurar o Akita ao que se acreditava ser o tipo puro de cão japonês. Finalmente, em Julho de 1931, o governo japonês declarou o Grande Cão do Japão como um Monumento Natural do país. A raça foi finalmente batizada com o nome da região onde se originou, passando a ser conhecida como Akita Inu.

O interesse nos Akitas recebeu um grande incremento com a publicidade sobre a raça. Primeiramente, em 1932, pela publicação em primeira página nos jornais de Tóquio da história de Hachi-Ko. Depois pela muito divulgada visita da escritora americana cega, surda e muda Helen Keller ao Japão. Ela expressou interesse na raça e foi presenteada com dois filhotes de Akita. O primeiro morreu ainda novo, mas o segundo tornou-se companheiro inseparável de Hellen até sua morte.

Akita Americano

A Segunda Guerra Mundial quase causou a completa extinção dos Akitas devido à escassez de alimentos e à demanda pela pele dos animais do exército japonês. Ainda que algumas pessoas tenham escondido seus bichinhos, poucos cães sobreviveram. Após a Guerra, alguns oficiais das forças americanas que estavam na Prefeitura de Akita interessaram-se pela raça e passaram a alimentá-la e tratá-la. Mesmo nesses tempos difíceis a restauração dos Akitas foi reiniciada, mas alguns cruzamentos externos, especialmente com Pastores Alemães, já haviam sido feitos. Os criadores japoneses tentaram erradicar tais cruzamentos e se utilizaram de duas linhagens criadas para estabelecer o processo de restauração: Dewa e Ichinoseki. A linhagem Dewa veio do cão Dewa-go, do canil do comerciante de cães Yozaburo Ito; e a linhagem Ichinoseki iniciou-se com o cão Ichinosekitora-go, de propriedade do Sr. Kuniro Ichinoseki.

Os criadores japoneses encontraram muitos problemas, nos primeiros anos, em seus esforços de restauração da raça, devido à falta de uniformidade na aparência dos Akitas. Em 1948, foi fundada em Tóquio a Akitainu Kyokai (AKIKYO), uma outra sociedade que objetivava essa restauração e que publicou seu padrão no mesmo ano. Hoje ainda existem três organizações que registram os Akitas. A AKIHO é a maior e mais influente. A AKIKYO foi reconhecida em 1988 e mantém-se ativa. A NIPPO, porém, passou a focar-se principalmente nos cães de raças japonesas médias e pequenas. O padrão atual do Kennel Club Japonês e da FCI baseia-se nos padrões NIPPO, AKIHO e AKIKYO.

Esta raça sofreu grandes mudanças até chegar ao padrão atual. Porém, os esforços para a melhoria da raça continuam firmes a fim de aprimorar os diversos problemas encontrados, tais como tórax estreito, baixa estatura, pelagem muito longa ou muito curta, falta de dentes, língua manchada, forma dos olhos defeituosa, desvios de temperamento, etc. Hoje o animal serve como cão de guarda, onde se destaca devido à sua grande força e sentimento de fidelidade ao dono. No mundo, quem mais tem criado Akitas são os Estados Unidos (levados por soldados do pós-guerra), com 11.574 exemplares registrados em 1993 (o Japão veio em seguida com cerca de 10.000 exemplares).

Personalidade e Temperamento

Ainda que seja um excelente companheiro para seus donos, o Akita não é um cão fácil de lidar e, na minha opinião, não é nada recomendável a donos pouco experientes.

É um cão bastante reservado com estranhos, que não faz muita festa e não trava novas amizades com facilidade. Mas é bastante afetuoso com a família e tem uma lealdade inquestionável, principalmente para com o dono. A raça não é muito brincalhona, mas convive bem com crianças, desde que elas não sejam muito brutas nas brincadeiras. Se as crianças não se comportarem, ele se recolherá ao seu lugar preferido e rosnará em advertência, caso a criança insista em perturbá-lo. O ideal é que seja habituado desde filhote a conviver com pessoas estranhas e o dono deve aplicar uma educação firme e consistente para garantir seu controle em momentos mais espontâneos.

Ao que tudo indica, o temperamento dominante e independente da raça precisa de donos que saibam impor claramente seus limites, sem apelar para violência (claro!). Por isso, é conveniente iniciar desde cedo o treinamento de obediência (e cumprir com seus deveres de líder da matilha ao suprir as necessidades de seu cão: exercícios, disciplina e afeto, nesta ordem!). No ranking do livro A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren, o Akita ocupa a 54ª posição entre as 79 pesquisadas. O resultado é fruto de sua dificuldade “natural” em aceitar ordens de estranhos. Ainda assim, são cães muito limpos e não tem maiores problemas em aprender as regras básicas de higiene.

Por ser bastante protetor e possessivo com seu território, tornou-se um excelente cão de guarda, principalmente por não fazer muito alarde. É um cachorro extremamente silencioso e que dificilmente late, principalmente desnecessariamente.

São considerados portadores de instintos de caça bastante apurados, ainda que Susan L. Duncan, vice-presidente do Akita Club of America, faça ressalvas quanto a esse ponto. Diz ela que os Akitas americanos tem um físico mais poderoso que os japoneses, mas seu temperamento de guarda deixa a desejar. Em complemento a essa opinião, a criadora de ambas as vertentes Linda Wilvaington, do Daigoku Akitas Kennel, diz: “o cão japonês é um excelente guardião, percebe imediatamente uma tentativa de agressão e a impede. O americano perdeu em parte a habilidade para o trabalho, ficou mais frouxo. Há os bons para a guarda, os agressivos demais e os excessivamente mansos. A linhagem japonesa aprende mais rápido, é mais ágil e, apesar de sua estrutura ser menor e dos machos serem menos másculos, gosto da sua agilidade, da firmeza, da aparência e da cara mais amigável e sorridente”.

Seu lado caçador gera bastante energia e, por isso, necessita da pratica constante de exercícios. Atividades variadas também são um bom caminho para gastar a agitação e evitar uma casa destruída pela frustração do cachorro. O relacionamento com outros cães será, possivelmente, marcado por disputas de liderança caso o dono não seja, realmente, o líder da matilha.

Apesar de ser uma raça bastante independente, preferem estar perto dos donos que sozinhos no quintal. Sendo considerado “cão de um dono só” (ainda que possa ser adotado depois de crescido), sofre muito quando abandonado. Entretanto, quando conquistado, vira um companheiro para toda a vida.

Aparência

Aqui nós temos um problema, dada a bipolaridade gerada pela criação americana e a criação japonesa. Suas diferenças são relativamente acentuadas e, por essa razão, até mesmo a FCI acaba ficando em corda bamba. Entre mudanças e reviravoltas, em 1999 tivemos as últimas diretrizes aprovadas. Na visão dos Japoneses, as penalidades deveriam ser a cor malhada, na qual é preferível a ausência de manchas brancas (que são toleradas); e a máscara preta, considerada por eles como falta de pureza, um vez que indique sua mestiçagem com o Pastor Alemão.

Num geral, o Akita tem um andar enérgico e é bastante imponente. Seu focinho é potente e afilado, mas jamais pontudo. Carrega dentes fortes e mordedura em tesoura, nunca prognata. Os olhos amendoados, típicos dos Spitz, são levemente pequenos e triangulares, fazendo ângulo ligeiramente voltado para cima. As orelhas são pequenas, grossas, triangulares e ligeiramente arredondadas na extremidade. A cauda é grossa e forte, enrolada sobre o dorso.

Sua pelagem é dupla, na qual a pelagem mais externa é dura e reta, e seu sub-pêlo é macio e denso, lhe conferindo essa aparência de bichinho de pelúcia. As cores podem ser o vermelho-fulvo, o sésamo (pêlos vermelhos com pontas pretas), o tigrado e o branco. Em tese, os exemplares de todas as cores, exceto a branca, devem apresentar o “Urajiro”, pelagem esbranquiçada nas laterais do focinho, nas bochechas, sob o queixo, pescoço e ventre, na face inferior da cauda e face interna dos membros. Porém, dados os cruzamentos, podemos ter a região facial com a tal máscara escura.

O Akita é um cão de porte grande, sendo as fêmeas menores e os machos maiores. O peso varia entre 34 e 50 kg e a altura na cernelha deve estar entre 64 e 70cm para os machos e 58 a 64cm para as fêmeas.

Diante das diversidades todas, confesso que sou bem a favor de separar o grupo em duas raças, tornando-as distintas. Teríamos o Akita Americano e o Akita Japonês (meu preferido), num padrão, mais ou menos, como o do quadro abaixo:

Saúde

A raça tem uma expectativa de vida de aproximadamente 12 anos. Seu apetite é bem intenso, mas não chega a causar problemas se lhe for fornecida uma alimentação equilibrada e saudável. Como possui sub-pêlos, há uma intensa troca de em algumas épocas do ano e, por isso, deve ser MUITO bem escovado.

Os Akitas não carregam uma sensibilidade especial a doenças, mas apresentam com maior freqüência alguns problemas de pele, a displasia de cotovelo, de entrópio, epilepsia e atrofia progressiva da retina, males genéticos que podem ser evitados com a escolha consciente do filhote e da seleção dos pais da ninhada.

Curiosidades

Uma belíssima história real de pura lealdade dessa raça foi eternizada no filme “Sempre ao Seu Lado”. O Akita Hachiko Monogatari acompanhava o dono, na ida e na volta, de sua casa até a estação de trem todos os dias. Em um determinado dia, seu dono não retornou, pois teve um AVC e faleceu ainda no trabalho. Hachiko continuou a esperá-lo por 9 anos e 10 meses, até que não teve mais forças e sucumbiu a morte. Hoje, no local, existe uma estátua de bronze em homenagem ao cão, que se tornou símbolo de lealdade para o povo japonês. Ele foi enterrado junto ao dono e sua pele foi empalhada e colocada no acervo do museu de Ueno.

Referências: http://pt.wikipedia.org/wiki/Akita_Inu ; http://www.clubedoakita.com.br/o-akita-na-midia/akita-estilo-cada-vez-mais-oriental.html ; http://arcadenoe.sapo.pt/raca/akita/170 ; http://www.dogtimes.com.br/akita.htm

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6 Respostas so far »

  1. 1

    Eu tenho uma akita inu em casa ela é filhote ta com 5 meses e adora brincar..não nega uma brincadeira q faz com ela e a respeito dos estranhos realmente é verdade ela estranha bem….é muito amorosa tbm….o nome dela é Hana japonês q significa flor

    • 2

      NattyTRS said,

      Ai…. acho Hana uma das palavras mais lindas em nihongo!!! Tenho uma cadelinha com esse nome também!!!!
      Parabéns pela sua akita!!! Espero que seja uma relação maravilhosa pelos anos que estão por vir!!!

  2. 3

    Karin said,

    Estou com um problema e preciso de ajuda. tenho um akita macho de 3 anos e meio e ele está com problema nas células do sangue. ele está com pancitopenia, isto é, baixa de todas as células sanguíneas (hemáceas, leucócitos e plaquetas), mas acho que o mais grave são as plaquetas. O mínimo normal são 140.000 plaquetas ele já está com 25.000 e sempre baixando. Não consegumos descobrir o que é. Se alguém puder me ajudar agradeço muito.
    Abraços

    • 4

      NattyTRS said,

      Olá! Minha nossa, que situação. Infelizmente não sou veterinária, então não posso ajudar muito. Mas deixo seu recado por aqui, caso alguem possa te dar um help. Tentarei levantar uma pesquisa sobre o assunto para postar aqui no blog. Se houver alguma informação importante eu te notifico. Espero q dê tudo certo!

    • 5

      Gustavo Vidal said,

      entre no site http://www.clubedoakita.com.br e tente falar com o responsável pelo site, talvez ele possa ajudar…

  3. 6

    Marta Regina said,

    Tenho um Akita “Roque” na cor branca, 8 anos..desde os 3 meses..Puxa não troco por nada , somos apaixonados um pelo outro ele cuida muita bem de mim.


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