Estrelas Caninas – Bidu (Turma da Mônica)

E como poderíamos esquecer Bidu, criação brasileira de repercussão internacional *rs.
Bidu faz parte da Turma da Mônica, ainda que seu espaço no mundo tenha sido conquistado solitariamente. Ele foi o primeiro personagem criado por Maurício de Souza, publicado em uma tira de jornal em 1959 pela Folha de São Paulo. Inspirado em Cuíca, cão que o desenhista teve quando criança, ele é um Schnauzer de coloração levemente diferente… (azul!), que conquistou, com sua turma, o coração de diversas gerações.

Biografia

Nos quadrinhos ele é o animal de estimação de Franjinha, mas suas histórias são bastante independentes de seu dono e refletem todo um universo paralelo, no qual ele é um astro e fala com objetos e outros animais. A princípio, aparecia nas aventuras de Franjinha, mas foi incorporado ao grupo da Mônica posteriormente. Em seus devaneios, conta com seu assistente Manfredo e um arque-inimigo, Bugu.
Bidu nasceu quando Mauricio de Sousa foi chamado pela “Folha da Manhã” para criar uma tira semanal. Inspirado por sua infância, Mauricio desenvolveu um tema simples, com pequenas situações envolvendo um menino e seu cachorro. O que inspirou a criação do cão nós já sabemos, mas o dono do cachorro tinha um pouco do próprio autor e de um dos seus sobrinhos. Era a primeira vez que Mauricio usava um parente como inspiração, prática que se tornaria constante nos anos seguintes. Ao contrário de outras tiras, as histórias eram na vertical e não apresentavam textos.
As tiras de “Bidu” eram semanais e seus personagens não tinham nomes no começo. Somente quando elas se tornaram tiras diárias (1960) é que todos foram intitulados:
Corria o ano de 1959 e eu ainda era repórter policial. Mas além das reportagens, comecei a publicar tiras semanais, de alto a baixo da página do jornal, sem título. Eram historinhas mudas, como se fosse uma charge sequencial (na vertical). Saíram durante alguns meses, até que me embaraçou a falta de título. Mas não atinava com um nome. Foi quando resolvi passar uma lista pela redação solicitando sugestões para o batismo. Choveram os nomes mais estapafúrdios, desencontrados, mas no meio deles, um antigo colega — Petinatti — indicou ‘Bidu’. Na ocasião, estava na moda a expressão ‘bidu’, significando esperto, adivinho. Achei que era uma boa imagem sonora para meu cachorrinho de papel. E escolhi o nome. Logo depois, achei que também precisava batizar o dono do Bidu. E como ele tinha, no desenho, uma franjinha feita como se fossem pingos, tirei dessa característica seu nome. Quando as tiras começaram a ser publicadas diariamente, já saíam com o título ‘Bidu e Franjinha’.“, diz Maurício, em um depoimento dado em 29/04/98.
Bidu não só foi o primeiro personagem de Mauricio como também foi o primeiro da Turma da Mônica a estrelar uma revista em quadrinhos pela Editora Continental em 1960, quando finalmente ganhou sua cor azulada, uma vez que no jornal ele fosse totalmente branco. Por ser o primeiro personagem de sucesso do autor, é até hoje o símbolo da Mauricio de Sousa Produções. Entretanto, a revista durou apenas oito edições, já que Mauricio teve que abandonar o projeto por conta da alta demanda de trabalho (afinal de contas, fazia tudo sozinho e ainda era repórter). Quando a Mônica ganhou seu título próprio pela Editora Abril, nos anos 70, o cãozinho passou a ter histórias publicadas em revistas da Turma, mas agora o autor se encontrava em melhores condições de fazê-lo, já que tinha montado toda uma equipe para ajudá-lo, com a inclusão de outros roteiristas, desenhistas e arte-finalistas, que deram alguns toques levemente diferentes às características originais dos personagens.
Nas publicações da Abril, Bidu começou a aparecer sozinho, sem o Franjinha. Nessas novas histórias, ele precisava se defender de cachorrões, gatos gordos e de seu pior inimigo: o Homem da Carrocinha. Em 2008, Bidu aparece em Turma da Mônica Jovem, fato que surpreendeu muito leitores, que pensavam que Bidu já estaria morto, uma vez que a revista se passa no futuro, com a Turma na adolescência. Em 2009, foi lançado um álbum com uma coletânea de histórias em comemoração aos 50 anos do personagem, incluindo uma HQ inédita em estilo mangá e uma versão facsimile de Bidu #1 da Editora Continental. Também são homenageados os 50 anos de carreira de Mauricio de Sousa, escritos e desenhados por Laerte Coutinho.

Personagens Principais (Turma da Mônica)

Mônica: É a personagem mais famosa de Mauricio. Menina forte, decidida, que não deixa barato e desce lenha quando necessário, mas que também exibe feminilidade e lirismo em certas ocasiões. Mora com os pais, tem um cão chamado Monicão e nunca desgruda de seu coelho de pelúcia, que é amplamente utilizado como uma arma contra os meninos toda vez que eles aprontam com ela (ação mais que “patenteada” da personagem). O mais interessante é que ela foi baseada na filhinha de Maurício, que tem o mesmo nome. Começou saindo nas tirinhas do Cebolinha, mas conquistou um espaço completo. Ganhou revista própria (uma das que mais se vendem no país), filme, teatro e uma linha gigante de produtos que levam o seu nome, além de campanhas educativas e comerciais de televisão.


Cebolinha: Garoto de língua presa, que troca o “R” pelo “L” e que tem um cabelo que justifica seu nome, Cebolinha é um personagem que realmente existiu, fazendo parte de uma turma de garotos de Mogi das Cruzes cujo desenhista pegou emprestado as características. Desde 1973, quando a revista foi lançada, Cebolinha sempre teve por principal objetivo de vida derrotar a Mônica com seus “planos infalíveis”.
Cascão: Esse daí nasceu em 1961, baseado nas recordações de infância do próprio escritor, o qual teve receio de lançá-lo por conta de uma possível reação negativa do público, uma vez que o personagem carregue certa “mania de sujeira”. Entretanto, a aceitação foi imediata e o personagem cativou tanto que, desde agosto de 1982, ganhou sua própria revista.
Magali: Acho que essa é a personagem com a qual as mulheres mais gostariam de se identificar, mas que dificilmente conseguem fazê-lo. Ela é a típica garota que come volumes absurdos de comida e nunca deixa de ser elegante, feminina e magra. Ela foi baseada em uma outra filha de Mauricio de mesmo nome. Quando criança, sua filha realmente comia uma melancia inteira, característica mantida na personagem. É a única, na história, que não briga com a Mônica, e tem um gato chamado Mingau.
Capitão Feio: Maior vilão das histórias de Mauricio. Vive nos esgotos e subterrâneos ao lado de seus maiores seguidores, criaturinhas de lixo. Quer poluir o mundo a todo custo, mas tem seus planos sempre frustrados pela Turma da Mônica.
Turmas Especiais: Não sei qual é a fixação do Mauricio por turmas, mas ele meio que criou uma turma pra tudo (incluindo a do Bidu, que falarei logo abaixo). Então, podemos citar a Turma da Mata (Coelho Caolho, Jotalhao, Papa Capim, Rei Leonino, etc.); Turma do Piteco (Piteco, Thuga, Zum & Bum, Horacio, etc.); Turma da Tina (Rolo, Tina, Pipa, etc.); Turma do Chico Bento (Chico Bento, Rosinha, etc.); entre outras.

Turma do Bidu

A turma do Bidu é constituída, essencialmente, por objetos inanimados (ossos, pedras, poças de água, etc) que estabelecem diálogos entre si e entre nosso protagonista. Uma das personagens mais recorrentes é Dona Pedra – além de outros cães que aparecem nas diversas funções de produção do stúdio. Além do nosso querido Bidu, temos:
Mister B (1999): sátira do mágico Mr. M. Mister B ensina como são feitos os truques dos quadrinhos, como as pedras falantes, as caminhadas no ar e os personagens ‘imortais’. Na última história, personagens irritados com suas revelações procuram capturá-lo. Sua semelhança com Bidu leva a captura do cãozinho, mas revela-se, ao final, que na verdade se trata de Bugu.
Bugu (1972): “Alô, mamãe!” erao chavão do cão com formato oval e amarelado. Seu maior dom é fazer imitações. Bidu o odeia pelo fato de sempre tentar roubar a cena, o que resulta em um chute dado pelo protagonista para fora das histórias, na qual sai sempre dizendo “Tchau, mamãe!”. Foi criado pelo irmão de Maurício, Márcio Sousa, que diz que o personagem é seu auto-retrato, “sempre tentando roubar a cena do irmão famoso”.
Buguinho (1982): sobrinho do Bugu que, com suas peraltices, chegou a deixá-lo doente numa clínica de repouso.
Manfredo (1975): é o assistente do Bidu, que sempre aparece nas histórias que ele está no estúdio. De vez em quando, ele mesmo expulsa o Bugu do estúdio do Bidu. É um cachorro que faz tudo nas histórias: é contra-regra, secretário, assistente, produtor…
Fifi (1969): cachorrinha pela qual o Bidu é apaixonado.
Duque (1960): o melhor amigo do Bidu. Não tem nenhuma característica muito marcante além dos olhos verdes. Por ser o melhor amigo de Bidu, aparece na maioria das histórias. Ele é o cão do Titi.
Zé Esquecido (1987): amigo do protagonista, é famoso por se esquecer de tudo que faz ou deixou de fazer. É o cão do Xaveco, mas poucas pessoas sabem disso pois, além do Xaveco ser um personagem secundário, o Zé Esquecido foi capaz de esquecer aonde mora e quem é seu dono.
Dona Pedra (1977) e Dona Árvore (2008): uma pedra e uma árvore com quem Bidu habitualmente fala (e que lhes responde).
Zé Gordão (1994): cachorro gordo e peludo que passa o dia inteiro babando.

Referências: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bidu ; http://www.guiadosquadrinhos.com/personbio.aspx?cod_per=512 ; http://pt.wikipedia.org/wiki/Turma_do_Bidu

Eu prometo…

Gente…. eu prometo que o blog não foi esquecido. Quero muito voltar a alimentá-lo… mas não tenho tido tempo pra viver.

Assim que possível colocarei novas coisas no ar.

Beijos a todos!

AGILITY… uma história complicadinha de contar…

Bueno, já explicamos um pouco do que se trata o Agility (leia aqui). Mas… como foi que tudo começou?

Eis que temos a explicação! *rs. Para quem se interessa pelo esporte, segue um pouco de sua origem. Espero que o texto não tenha ficado muito complicado. Não foi uma tradução fácil de se fazer ¬¬.

A História do Esporte no Reino Unido

Imagem by Getti Images *rs

A primeira aparição documentada do Agility foi como um entretenimento no Crufts Dog Show em 1978. John Varley, membro do comitê do show em 1977, foi encarregado de criar uma apresentação para o público que os entretesse durante os intervalos do show. Varley teria pedido assistência ao treinador Peter Meanwell e eles apresentaram um percurso de salto muito semelhante ao que é feito no mundo equestre, a fim de demonstrar a velocidade e a agilidade natural dos cães. Muitos dos obstáculos hoje bastante conhecidos dos treinadores já haviam aparecido naquela época.

Entretanto, o jornal “Our Dog” relatou que Meanwell teria testemunhado ou participado de uma competição semelhante a descrita acima em uma feira agrícula em 1974, antecipando a data divulgada sobre o início do Agility no mundo. Alguns relatos orais (e não documentados) dizem que houve, também, uma demonstração anterior a esta com semelhante intensão, usando artigos de playground, como gangorra e túnel. Outras versões atribuem os obstáculos usados nas exposições ao time de demonstração canina da Força Aérea da Polícia Real, que apresentaram várias exibições sobre o treinamento de cães policiais da RAF ao longo do país.

Na demonstração do Crufts, em 1978, vários donos de cães se sentiram imediatamente intrigados pela atividade por conta da velocidade, do desafio e da destreza exibida pelos animais. As pessoas não só queriam ver mais, como desejavam ver seus próprios cães participando. A manifestação foi tão popular que passou a crescer primeiro localmente, depois nacionalmente e, por fim, a nível internacional, gerando competições cada vez mais padronizadas. Em 1979, diversos clubes de treinamento britânicos estavam oferecendo treino ao novo esporte de agilidade canina até que, em dezembro desse mesmo ano, a primeira competição de Agility foi realizada no International Horse Show em Olympia, Londres.

Em 1980, o Kennel Club (KC) foi a primeira organização a reconhecer o Agility como um esporte oficial com um conjunto de regras sancionadas. E o primeiro teste a ser realizado sob as novas regras ocorreu no evento da equipe da Crufts naquele mesmo ano. A competição foi julgada por Peter Meanwell, com Peter Lewis como escrevente. Peter Lewis e John Gilbert foram personagens importantes na divulgação do esporte em toda Europa e ao redor do mundo. Em 1983 fundou-se o Agility Club, o primeiro clube nacional de Agility no Reino Unido, e a Agility Voice, primeira revista sobre o assunto.

Durante os anos iniciais, os cães menores não foram bem recebidos no processo, pois o competidor teria que pular as mesmas 30 polegadas de altura que os cães grandes faziam. Isso começou a mudar durante o início dos anos 80, com classes que foram introduzidas para o grupo de Mini cães (até 15 polegadas na altura do ombro, saltando 15 polegadas também), executando a primeira competição para essa categoria no Olympia, em 1987. Classes para cães Midi (15-17” no ombro, saltando 20”) foram introduzidos nos anos 90, mas apenas em 2005 eles ganharam sua própria competição no Olympia.

Em 1992, a primeira semana de um show de Agility (“Dogs in Need”, em ajuda a instituições de caridade canina) foi realizada em Marlvern, na Inglaterra, com um total de 885 cães inscritos e 5.879 entradas de classe. “Dogs in Need” é agora uma das várias semanas de shows de Agility do Kennel Club que são realizadas todo ano. O esporte tem crescido no Reino Unido ao ponto de o mais popular KC ter regularmente 10 ou mais exibições em seus circuitos por dia, com até 450 rodadas em cada circuito (ou mais, se houver 2 juízes usando o mesmo circuito).

Ao longo dos anos 90, o Agility do Reino Unido foi dominado pelo Kennel Club, com os shows do KC sendo os únicos amplamente divulgados. Essa situação finalmente começou a mudar em 2003, com o aparecimento de exibições sendo executadas pelo East Midlands Dog Agility Club (EMDAC). O KC tentou defender seu monopólio antes de aceitar que os clubes e organizações fora de sua jurisdição também tivessem o direito de fazer exibições de shows sem se sentirem ameçados de sofrer qualquer retalhação por parte do KC contra os membros e competidores de seus próprios clubes.

Essa decisão levou a um aumento na quatidade de shows de Agility exibidos por organizações fora do Kennel Club ao final de 2003. Muitos foram (e ainda são) realizados por clubes independentes como eventos exclusivos, mas uma pequena quantidade de organizações especializadas começou a surgir, incluindo UK Agility, Agility Addicts e It Barks, todos fundados em 2004. Em 2006, o EMDAC lançou a British Agility Association (BAA). Além de proporcionar aos concorrentes do Agility uma gama maior de tipos de programas que podem participar, esses shows tem atuado como um catalisador que incentiva ao Kennel Club rever as suas próprias regras de Agility e a sua atitude para com o esporte.

No Brasil

Apesar de recente, o Brasil já conta com diversas equipes e há um interesse cada vez maior em seu desenvolvimento, o que tem gerado ‘classes’ de adestramento que buscam, como objetivo final, a prática do Agilty.

A primeira competição oficial de Agility no Brasil aconteceu na Água Branca, em SP, em Novembro de 1998. Além da competição ‘nacional’, em que a participação de todos os cães (com ou sem pedigree) era permitida, houve também uma prova pan-americana. Nesta prova apenas os cães com pedigree puderam participar.

Fontes: http://en.wikipedia.org/wiki/History_of_dog_agility ; http://pt.wikipedia.org/wiki/Agility ; http://www.dogtimes.com.br/agility.htm

Cesar’s Tips – Filhotes em Desenvolvimento: Fase 2

E, depois de uma demora absurda e de uma pessoa quase sem vida pessoal, surge a segunda parte dos posts sobre desenvonvimento de filhotes, by my dear Cesar Millan.

 

“Fase 2: de 2 a 4 semanas

Os olhos do filhote se abrirão neste ou próximo a este segundo estágio de desenvolvimento. Seu novo sentido de visão será limitado e muito delicado. Então, para evitar danos aos olhos, cuidados devem ser tomados para protegê-los de luzes muito brilhantes. Apesar dessas limitações, o filhote agora começará a reconhecer e interagir com as coisas em seu ambiente, incluindo (e sendo o mais importante!) sua mãe e irmãos. Muitos especialistas consideram esse estágio de desenvolvimento como o de um “bebê entre 1 e 3 anos”, onde a criança se torna mais alerta e aprende a engatinhar, ficar de pé e, finalmente, a andar. Com essa nova mobilidade, ele também começará a ser um melhor explorador do mundo ao seu redor.

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E quem já não ouviu falar na Displasia Coxo Femural?

Quem já leu meus posts sobre raças (principalmente as de grande porte) provavelmente se deparou com o nome acima descrito. As displasias em geral, e a coxofemural em particular, são muito comuns em diversos animais. Mas, de que raios isso se trata?

Displasia coxofemural (DCF) é uma doença ortopédica que pode surgir em qualquer raça, mas que é mais comum nas raças grandes ou gigantes e que podem apresentar um crescimento muito rápido, como Rottweillers, Pastores e Filas. Ela é caracterizada pela má formação da articulação coxofemural (inserção do membro traseiro na cintura pélvica… ou, em outras palavras, encaixe do fêmur com a bacia). Raramente é diagnosticada em cães com menos de 12kg e, quando acontece, não apresenta as mesmas alterações ósseas típicas de cães mais pesados.

A DCF pode ser desencadeada por uma série de fatores, onde a hereditariedade é a mais conhecida entre os criadores. Contudo, fatores ambientais estão envolvidos na manifestação do fenótipo anormal, especialmente pisos lisos.

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Animais livres de pragas 2 – Dicas do livro “Salve o Meio Ambiente” parte 6

Well…. eis que volto com mais algumas dicas desse livro maravilhoso. Hoje, um pouco sobre como eliminar coceiras de uma maneira bastante natural. Receitinhas bem básicas e caseiras, sabe?? Então, mande bala…

Animais livres de pragas

Pare de coçar!

Spray contra pulgas

Para cães e gatos. Borrife também no local onde o animal dorme. E tem cheiro bom.

1 xícara de água

4 a 6 gotas de óleo de melaleuca

4 a 6 gotas de óleo de lavanda

– Misture os ingredientes e ponha num frasco de borrifar.

– Mantenha o frasco perto da porta e borrife seu cão ou gato todas as vezes que ele sair, tomando cuidado para evitar os olhos.

Xampu de Aveia

Combate pulgas e carrapatos e também pode ser comprado pronto.

¼ de xícara de xampu de aveia

¼ de xícara de água

4 gotas de óleo de melaleuca

– Misture em um frasco e agite bem.

– Lave seu cão uma vez por semana.

Fonte: Retirado das páginas 116 e 117 do livro “Salve o Meio Ambiente”, da Seleções Reader’s Digest. Acesse este link e conheça o livro.

Leia também:

Dieta Balanceada 2 – Dicas do livro “Salve o Meio Ambiente” parte 5

Dieta Balanceada 1 – Dicas do livro “Salve o Meio Ambiente” parte 4

Animais livres de pragas – Dicas do livro “Salve o Meio Ambiente” parte 3

Exercícios e brincadeiras – Dicas do livro “Salve o Meio Ambiente” parte 2

Cuide dos seus bichos – Dicas do livro “Salve o Meio Ambiente” parte 1

Cesar’s Tips – Filhotes em Desenvolvimento: Fase 1

É queridíssimos… estou em uma fase de seqüenciais, não é? *rs. Algumas terminadas, outras apenas começadas. E nesse pique, eis que venho em “parceria” com Cesar (como se fossemos íntimos…) trazer 4 posts à respeito do desenvolvimento dos filhotes em diferentes fases de crescimento. Divirtam-se!

É importante, para qualquer líder de matilha de sucesso, ter uma compreensão profunda da forma como o seu cão vai se desenvolver. A infância pode até ser uma etapa relativamente curta na vida do seu cachorro, mas é uma das mais cruciais. A maioria dos criadores responsáveis ​​espera o filhote completar dois meses antes de o entregar para adoção. Estes dois meses permitem que o cão fique tempo suficiente com a sua ninhada para aprender habilidades sociais básicas. Agora, se você faz parte de uma família que está esperando os filhotes nascerem em casa, nós unimos uma referência útil para orientá-lo ao longo do que você pode esperar das fases iniciais de desenvolvimento.

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